“Essa sou eu. Andando rápido por aí. Um pouco de olheira. Com uma tromba imensa, pois me protejo de tudo e odeio quem passa por mim. Qualquer esquina pode ser o fim. Andando lenta, a espera da esquina que mude meu caminho e me ajude a ter menos medo.”
— Tati Bernardi.
“Eu sou sim a pessoa que acha todo mundo meio feio, meio bobo, meio burro, meio perdido, meio sem alma, meio de plástico, meia bomba. E espera impaciente ser salva por uma metade meio interessante que me tire finalmente essa sensação de perna manca quando ando sozinha por aí, maldizendo a tudo e a todos. Que quer matar a velhinha que demora horas para descer as escadas e segundos depois carrega a porra da velhinha no colo e chora sensibilizada pelas fragilidades do mundo. Eu sou essa pessoa. Que deixa doer porque esse é o único esporte que se pode fazer deitada e que dorme demais como uma resposta blasé a esse mundo que pensa mandar em mim o tempo todo.”
— Tati Bernardi.
“Chegou a hora de assumir, por exemplo, o meu peculiar jeito de ser. Mal humorada com sons, principalmente os relacionados a gente que não sabe comer (comida) ou beijar sem estalar a língua. Fresca com comida, sensível pra cacete, maldosa na mesma intensidade, feliz de andar cantando e depressiva de nunca achar que uma janela é só uma janela. E cheia de manias bem estranhas.”
— Tati Bernardi.
“Explicar as coisas que eu sinto, é quase como explicar as cores para um cego.”
— Bob Marley.
“Bem-me-quer, mal-me-quer, bem-me-quer, mal-me-quer, bem-me-quer, mal-me-quer! MERDA! Bem-me-quer, mal-me-quer, bem-me-quer, mal-me-quer… DROGA!” Dizia ela, com muita esperança, destruindo seu jardim.”
— Libele.
“Tenho medo de terminar sozinha. Tenho medo de ser sempre amiga, irmã e confidente, mas nunca o ‘tudo’ de alguém.”
— Tati Bernardi.
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Girl 1: omg I'm pregnant
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Girl 2: omg I'm addicted to drugs
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Girl 3: omg I'm always drunk
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Me: omg I accidentally reblogged this twice